Autor: Luisa Vieira

Encontro Nacional de Blogueiros será em maio  

Com o tema #MenosÓdioMaisDemocracia, o 5º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais do país inteiro já tem data marcada: será entre os dias 20 e 22 de maio, em Belo Horizonte (MG). A programação completa ainda não foi divulgada, mas já se sabe que, na sexta-feira, o tema a ser debatido são os desafios da democratização da cultura e da mídia. No sábado, as forças políticas e a democratização da comunicação estarão em pauta, seguidos de discussão sobre mídia e democracia no continente. Também estão planejadas rodas de conversas sobre experiências e desafios do ativismo digital. À noite, haverá atividade cultural. No domingo, dia que encerra o #5BlogProg, os estados farão relatos de suas reuniões e será aprovada a carta do Encontro. O encontro é organizado pelo Centro de Estudos Barão de Itararé. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas aqui.

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Estão abertas as inscrições para curso de comunicação comunitária na Maré

Até 31 de março podem ser feitas as inscrições para o 4º Curso de Comunicação Comunitária do jornal “O Cidadão”, da Maré. As aulas ocorrerão aos sábados, de 2 de abril até 25 de junho. Os assuntos serão História da Maré, Linguagem para Comunicação Comunitária, Webjornalismo e Mídias Sociais, Fotografia/audiovisual, Rádio, Diagramação, Direitos Humanos e Favela e produção de matérias para jornal impresso. O curso ocorre anualmente desde 2012, e foi inspirado no Curso de Comunicação Popular do NPC.

O jornal O Cidadão é um jornal comunitário da Maré, conjunto de favelas do Rio de Janeiro, que há 16 anos contribui para a informação da população, promoção dos direitos humanos com foco na realidade favelada, e valorização da cultura local, chegando a criar o termo “mareense” como identidade do bairro. Para saber mais e se inscrever, basta acessar a página do jornal O Cidadão.

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Globo dá aula de manipulação midiática na cobertura da Operação Aletheia

[Por Bia Barbosa/ FNDC] Nesta sexta-feira 4, em que o País parou para acompanhar o desfecho da operação da Polícia Federal que levou o ex-presidente Lula coercivamente para depor, o Brasil, uma vez mais, presenciou uma aula de manipulação da opinião pública pela Rede Globo. Não se trata aqui de defender o ex-presidente Lula e o PT, tampouco de negar a importância que um fato como este deve ter para os meios de comunicação. Mas o que se espera de uma concessionária do serviço público de radiodifusão, num momento como este, é objetividade. O que se viu, entretanto, ao longo de uma hora e vinte minutos no principal telejornal do país, está muito distante disso. | Leia o texto completo.

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Telesur é tirada do ar na Argentina

O canal multiestatal de televisão da Venezuela, a Telesur, foi tirado na quarta-feira, dia 2 de março, do pacote básico oferecido pelo grupo Clarín na Argentina. A emissora não foi consultada, nem notificada sobre as mudanças. Em nota oficial a Telesur denunciou o ocorrido. “Hoje denunciamos que o sinal de canal multiestatal foi retirado do ar do pacote básico oferecido pela Cablevisión na Argentina, sem argumentos legais, privando milhões de latino-americanos de desfrutar de 24 horas de informação contínua”. O canal é comprometido em dar voz à luta dos povos e noticiar o que não recebe a devida atenção nos meios hegemônicos de comunicação. A audiência, em cinco continentes, é de mais de 500 milhões de espectadores. |Do Portal Vermelho, Mariana Serafini.

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Mulheres trabalham cinco semanas a mais por ano do que os homens, diz pesquisa

[Por Sérgio Domingues/ Pílulas Diárias] Pelo menos 35,5 milhões de menores de cinco anos passam mais de uma hora por dia sozinhos ou sob a supervisão de outra criança com menos de 10 anos. Os números são da pesquisa “Trabalho de Mulher: Mães, Crianças e a Crise na Assistência à Infância”, realizada pela organização britânica “Overseas Development Institute” e publicada pelo El País, em 06/03.

A pesquisa constatou também uma diferença salarial de 42% a menos para as mães trabalhadoras em “países em desenvolvimento”, 37% na China e 21% no Reino Unido.

Por fim, o levantamento descobriu que somadas as responsabilidades remuneradas e não pagas, as “mulheres trabalham, em média, cinco semanas a mais por ano do que os homens”.

No Brasil, não poderia ser diferente. Acabamos de saber pelo IBGE, por exemplo, que a jornada de trabalho semanal feminino ultrapassa em 5 horas a jornada masculina.

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