Já está à venda a 8ª edição da cartilha sobre a origem socialista do dia da mulher
Para garantir a sua, entre em contato conosco pelo e-mail livraria@piratininga.org.br
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consulte Mais informaçãoNo último domingo, 21 de fevereiro, a jornalista e coordenadora do NPC Claudia Santiago Giannotti participou do curso “Redes e rua”, organizado pelo coletivo “Se a Cidade fosse nossa”. Comunicação popular em pauta!
consulte Mais informaçãoHoje, às 18 horas, vai rolar o primeiro lançamento de livro de 2016 na Livraria Antonio Gramsci: “AS BATALHAS DE O GLOBO – Ditadura Militar, Lula X Collor, Privatizações e a Vitória do PT em 2002”, de João Braga Arêas.
Este livro aborda uma temática tristemente fundamental para a população brasileira: a atuação das organizações Globo e, em especial, do jornal O Globo. João Braga Arêas analisa detalhadamente a trajetória dessa empresa, mostrando a permanente atividade desse jornal para assegurar seu próprio enriquecimento às custas de uma requentada ideologia de neutralidade e objetividade que mal recobre a mais intensa e desabrida parcialidade. Pouca coisa será mais ideológica do que o jornal O Globo. Veremos como o jornal O Globo atua como propagandista das grandes empresas monopolistas no Brasil (não importa a sua nacionalidade), defendendo governos anti-populares (como Collor de Melo) e as privatizações. Enquanto isso, O Globo aproveita-se para desqualificar e mesmo criminalizar sistematicamente as organizações populares que conservam algum grau de autonomia.
Não perca!
consulte Mais informação[Por Rafael Diniz e Alan Livio/ Outras Palavras] Desconhecida por grande parte da população, o projeto da TV Digital no Brasil, que pode garantir o acesso a serviços básicos a um grande número de pessoas, está sendo jogado para escanteio. Ela permite que os receptores de TV sejam capazes de apresentar conteúdo audiovisual de alta definição e executar aplicações variadas, transmitidas pela emissora. Leia o artigo completo.
consulte Mais informaçãoMilitante comunista de projeção na Amazônia, Raimundo Jinkings (19271995) escolheu para a pequena editora que abriu durante a ditadura um nome que não levantasse suspeitas: Boitempo. A palavra fora inventada por Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) para dar título não só a um poema como ao conjunto de três volumes sobre sua infância no campo. O poeta chegou a enviar uma carta autorizando o uso do nome. A polícia, no entanto, nunca se convenceu do propósito da casa editorial paraense. Antes mesmo de sair da gráfica, os títulos quase sempre eram recolhidos. Quando fundou sua própria casa editorial, há 20 anos, após trocar Belém por São Paulo, sua filha Ivana Jinkings, não teve dúvidas em como batizá-la. Manteve o mesmo nome, para homenagear a aventura do pai. “Esse é o momento de não recuar”, diz Ivana Jinkings, da Boitempo, que quer investir em questões raciais e de gênero. | Por Valor Econômico | Leia a entrevista completa.
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