Autor: Luisa Vieira

Aplicativo vai mapear ações violentas nas favelas do Rio

Os moradores das favelas cariocas terão uma nova ferramenta para denunciar casos de violência. Em março, será lançado o aplicativo “Nós por Nós”, preparado para registrar casos de agressões, incluindo abusos cometidos por policiais nas comunidades. As denúncias feitas no App serão repassadas para ONGs que lutam pelos Direitos Humanos, como Justiça Global e Anistia Internacional, e para órgãos como o Ministério Público. Além de denúncias de violações de direitos, a ferramenta ainda servirá para os moradores de favelas se informarem sobre o que podem ou não fazer em caso de abordagem policial, por exemplo. Será possível fazer denúncias anonimamente, além de postar fotos, vídeos e textos. | Com informações do jornal O Dia.

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Fetrace valoriza a comunicação sindical

A Federação dos Trabalhadores Empregados e Empregadas no Comércio e Serviços do Ceará (Fetrace) é um exemplo de entidade que valoriza e incentiva a comunicação dos trabalhadores. Em sua página, na internet, além das notícias sobre a Federação, é possível acessar a rádio Fetrace e entrar em contato com outras mídias, como a TVT, TV-CUT e Rede Brasil Atual. Além de todos esses canais, a Federação também dá destaque à Escola Nacional Vito Giannotti, que reúne uma série de materiais referentes a esse grande lutador: artigos, entrevistas, fotos, homenagens, livros e outros. Também merece destaque a participação de diretores da entidade em nosso 21º Curso Anual, em novembro do ano passado, o que reforça essa preocupação. Nós, do NPC, desejamos e incentivamos que outras organizações desenvolvem seus variados meios de comunicação: do jornal impresso ao site, TV, rádio e redes sociais.

Para conhecer melhor essa iniciativa, acesse aqui.

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Hollywood funciona como um ‘clube de meninos brancos’, diz estudo

Dia 28 de fevereiro acontece a premiação do Oscar. O evento esse ano acontece em meio a uma polêmica em Hollywood gerada pela denúncia da falta de diversidade entre os indicados. Essa situação foi constatada recentemente por um estudo divulgado na segunda-feira (22). A pesquisa sustenta que o homem branco continua sendo predominante no cinema e na televisão americanos, enquanto às minorias raciais e às mulheres cabem as sombras.

O estudo “Inclusão ou Invisibilidade” foi realizado por pesquisadores da Escola Annenberg de Jornalismo e Comunicação da Universidade do Sul da Califórnia (USC). A conclusão é a seguinte: “Hollywood tem um problema com a diversidade”. Além disso, e especificamente para o caso dos filmes, os pesquisadores afirmam que “a indústria do cinema ainda funciona como um clube de meninos brancos e heterossexuais”. O relatório se baseia na análise de 414 produções audiovisuais (109 filmes e 305 séries de TV) de 2014 e 2015. Procura identificar qual é o grau de participação das mulheres, das minorias raciais e do grupo LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).

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Edital de Radcom para estados do Norte e Nordeste

O Ministério das Comunicações lançou edital para autorização de novas rádios comunitárias em municípios das regiões Norte e Nordeste do Brasil. O anúncio de seleção n° 89/2016, publicado no dia 15/02, no Diário Oficial da União, é o terceiro do Plano Nacional de Outorgas (PNO) 2015/2016 de radiodifusão comunitária. A seleção pública possibilitará a instalação de novas emissoras em 85 municípios nos estados do Acre, Amazonas, Maranhão e da Paraíba. As entidades terão o prazo de 60 dias para inscrição na seleção pública, mediante apresentação dos documentos indicados no Edital, que começou a contar a partir do dia 16 e vai até 15 de abril de 2016. Saiba mais na página do Ministério das Comunicações.

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Falece Fernando Cardenal, que viveu para o amor ao próximo e a Revolução na Nicarágua

O sacerdote jesuíta Fernando Cardenal faleceu na madrugada de 20 de fevereiro, aos 82 anos. Foi um verdadeiro seguidor de Cristo, exemplo de solidariedade e dedicação ao próximo. Era adepto da Teologia da Libertação e não viveu longe de polêmicas. O papa João Paulo II, em 1985, o afastou da Companhia de Jesus por estar vinculado à Revolução Sandinista da Nicarágua. Tendo participado da Cruzada Nacional de Alfabetização, colaborou com a redução de 51 para 12,9% o índice de analfabetismo da Nicarágua. “Ele me obrigou a deixar a Revolução. Eu havia tomado uma decisão muito pensada em 1973, convencido de que Jesus me pedia que pelos pobres me comprometesse a essa revolução. Em meu discernimento espiritual e comunitário, eu me dizia que a voz de Jesus era mais forte que a do papa”, disse Cadernal em sua última entrevista concedida ao programa Esta Noche (Esta noite).

A notícia completa sobre o padre está no site Confidencial, da Nicarágua.

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