Autor: Luisa Vieira

Semana Nacional pela Democratização da Comunicação começa 14 de outubro

Entre os dias 14 e 21 de outubro, militantes, ativistas, entidades e movimentos sociais de todo o país realizam a Semana Nacional pela Democratização da Comunicação. Um dos objetivos é dar continuidade ao debate em favor de um novo marco legal para as comunicações, com ênfase no apoio e coleta de assinaturas ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Mídia Democrática.

Além disso, cobraremos do Poder Público medidas imediatas para avançar na garantia e promoção da liberdade de expressão de todos e todas, combatendo as violações praticadas no atual sistema de comunicação do Brasil, que ainda impedem o exercício pleno da nossa democracia.

Participe das atividades na sua cidade e no seu estado!

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Anatel marca audiência pública para debater fim da outorga para ISPs

No dia 20 de outubro, a Anatel realizará, em Brasília, uma audiência pública sobre a proposta de novo Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. A principal alteração proposta é o fim da exigência de outorga para os pequenos provedores de banda larga (ISPs) que utilizam espectro não licenciado.

Além disso, o texto também incorpora algumas inovações importantes, como a previsão de faixas de banda ultra larga UWB (Ultra Wide Band).

A proposta está em consulta pública desde o dia 2 de setembro. O prazo para envio de contribuições vai até o dia 6 de novembro. Saiba mais.

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Em Vitória (ES), Biblioteca Joaquim Beato apresenta acervo da cultura negra

Do moçambicano Mia Couto, um dos mais repercutidos autores africanos da atualidade, passando por obras do historiador local Maciel Aguiar até os contos africanos de Rogério Andrade Barbosa. Essas são algumas das obras que fazem parte da mais nova biblioteca do Espírito Santo, especializada na história cultura e literatura africana e afrodescendente. É a Biblioteca Joaquim Beato, do Museu Capixaba do Negro (Mucane), inaugurada no final de setembro de 2015.

Não há mapeamentos ainda sobre a quantidade de bibliotecas especializadas na história e cultura do povo negro no Estado. Mas, de acordo com Adelson Ferreira, bibliotecário do espaço, é possível que essa seja a primeira do Espírito Santo. Os livros disponíveis tratam de temas como a mitologia dos orixás, a história do povo negro no Espírito Santo; ciências políticas; literatura infantil com livros de contos africanos; artes; religiões de matriz africana, entre diversos outros gêneros. No total serão mais de 400 títulos que, por enquanto, estão chegando de pouco a pouco na Biblioteca.

A Biblioteca Joaquim Beato está aberta à visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 12h; e das 13h às 17h, na sede do Mucane – avenida República, 121, Centro de Vitória. A entrada é livre.

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Ficamos combinados assim

[Por Cid Benjamin] O Globo noticia hoje (9/10/2015), em sua página 13, a prisão de um jovem de classe média alta, morador de Ipanema. que integrava uma rede internacional que vende drogas sintéticas na Holanda e na Zona Sul do Rio. O rapaz tem ligações com traficantes do Complexo do Alemão.

Além de grande quantidade de drogas sintéticas, foram apreendidos em seu apartamento haxixe paquistanês e sementes para plantio, além de metanfetamina e skank (uma espécie mais forte de maconha).

O jovem não trabalha, mas, segundo a matéria, “leva uma vida de festas, tem muito dinheiro e carro de luxo”.

Até aí, tudo bem.

Interessante é que a extensa matéria só se refere a ele como “rapaz” ou como “jovem”. A palavra “traficante” só é usada quando se refere aos contatos no Alemão.

Como se vê, pobre é “traficante”. Rico, mesmo que viva do tráfico de drogas, é sempre “rapaz” ou “jovem”.

Ficamos combinados assim.

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Antes de zerar morte por tráfico, Uruguai proibiu programas policiais

[Por Igor Carvalho | Carta Maior] Em junho de 2012, quando o Uruguai sofria com o avanço de 70% no número de homicídios, o presidente José Mujica anunciou um pacote de medidas para conter a criminalidade no País. Estudos e pesquisas conduzidos pela equipe do presidente concluíram que era preciso um conjunto de ações que atacasse o tráfico de drogas. Entre as medidas tomadas pelo governo, estava a proibição da exibição de programas policiais [similares ao “Cidade Alerta” e “Brasil Urgente”] entre 6h e 22h. A alegação é que essas “atrações televisivas” promovem atitudes ou condutas violentas e discriminatórias. | Leia mais.

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