Autor: Luisa Vieira

NPC participa de seminário de formação de professores em Goiânia

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) está promovendo um amplo curso de formação sindical. Um dos módulos é “Comunicar é um ato político”. Ele será debatido nos dias 2 e 3 de outubro, e o NPC foi convidado para estar presente. No dia 3, a jornalista e coordenadora do NPC, Claudia Santiago, ministrará um minicurso sobre “comunicação sindical: como falar com a base”. Alguns dos assuntos abordados serão como usar todos os instrumentos possíveis para comunicar a política da entidade; qual é a pauta necessária; uma apresentação atrativa dos materiais sindicais; a linguagem adequada; o papel da comunicação na organização da categoria; e outros. Já o nosso jornalista multimídia Arthur William dará uma oficina sobre “mídias digitais, internet e seu uso”. Ele falará sobre comunicação multiplataforma e integrada; mídias sociais e suas ferramentas; mobilização virtual; cobertura colaborativa e outros.

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Quintas-resistentes recebeu o jornalista e escritor Wladimir Pomar

No dia 24 de setembro realizamos mais uma edição do nosso programa Quintas-Resistentes, que tem entrevistado pessoas que se destacaram na resistência e no combate à ditadura brasileira. O entrevistado desse dia foi o jornalista e escritor Wladimir Pomar, que foi do PCdoB, é um dos fundadores do PT e filho do dirigente comunista Pedro Pomar. Wladimir participou da cisão do PC em 1962 e chegou a ser preso duas vezes: uma em 1964 e outra em 1976. Esses e outros episódios de sua intensa trajetória foram lembrados por ele nessa entrevista, que está disponível aqu

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A prática da invisibilidade social sobre as áreas de concentração de pobreza na imprensa de Blumenau (SC)

Em um artigo publicado na Revista Brasileira de Estudos Latino-americanos (REBELA), os jornalistas Magali Moser e Jorge Kanehide Ijuim abordam a prática da invisibilidade social sobre as áreas de concentração de pobreza em Blumenau, Santa Catarina. Diante da imagem de cidade rica, polo industrial e detentora de um dos melhores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do País, a cidade de Blumenau esconde que o processo de exclusão associado a práticas de higienização social adotadas em todo o país se repete no município conhecido por ostentar títulos como “Europa brasileira”. Os contrastes observados em Blumenau são chocantes e a mídia pouco se debruça sobre isso. A invisibilidade social das áreas de concentração de pobreza é grande. Como difícilmente vem à tona, é como se a questão da pobreza não existisse. Nesse artigo, os autores debatem a prática desse jornalismo que invisibiliza e problematizam a questão do deslocamento de populações numa clara demonstração de que para o poder público, ao longo do tempo, a prioridade é remover e não resolver a situação. Leia o artigo completo.

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Entrevista com Orlando Zaccone, autor do livro “Indignos da vida: A Desconstrução do poder punitivo”

[Por Tatiana Lima] Nesta entrevista, o delegado de polícia civil Orlando Zaccone nos apresenta o seu livro Indignos de Vida, fruto da sua tese de doutorado em Ciência Política. No estudo, ele investiga como funciona o sistema jurídico da letalidade nos autos de resistência arquivados pelo Ministério Público, mostrando que o extermínio praticado pelo Estado brasileiro vai muito além das ações policiais. Ele fala da violência do sistema jurídico como um todo, voltado principalmente para uma parcela da população brasileira. “Se alguém morre por uma ação policial e tem uma folha de antecedentes criminais, principalmente se for ligado ao tráfico, e se esse fato ocorreu dentro da favela, isso é suficiente pra dar legitimidade para essa ação violenta da polícia”, afirma. Leia a entrevista completa.

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Gente boa

[Por João Paulo Cuenca/ Folha de S.Paulo] Alguns brancos de classe média acordaram para o problema quando foram chamados de vândalos enquanto apanhavam pra valer da polícia em 2013. Mas a forma como os jornais e noticiários de TV brasileiros manipulam a realidade através de seus conhecidos dois pesos e duas medidas tem historicamente consequências bastante mais dolorosas para quem não é branco e tampouco chegou à classe média. Imagine a manchete do jornal “O Globo” caso um PM “se assustasse” com uma criança branca correndo e a matasse com um tiro numa esquina de Ipanema? A diferença da cobertura e do seu tom é do tamanho da responsabilidade que esta mesma imprensa tem sobre o crime acontecido na favela. Ao naturalizá-lo, vira cúmplice. | Leia o artigo completo.

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