Autor: Luisa Vieira
Depois da Copa do Mundo, hora de pensar na agenda 2015
O NPC está oferecendo o seu tradicional LIVRO AGENDA para 2015. Esse ano há uma grande novidade: serão cinco opções de AGENDAS DIFERENTES COM TEMAS VARIADOS. Resolvemos não produzir uma nova agenda com um novo tema, mas retomar e atualizar os cinco temas que tratamos nos últimos anos. A aceitação nos anos anteriores foi muito boa e muita gente mostrou interesse nos temas já tratados. Assim, estamos oferecendo a possibilidade de cada sindicato ou movimento escolher a que preferir entre os temas históricos já trabalhados por nós, atualizados até os dias de hoje. Veja mais informações!
consulte Mais informaçãoPromoção na LIVRARIA ANTONIO GRAMSCI
A livraria Antonio Gramsci está com vários livros em promoção. Entre eles, os livros da editora Brasiliense “O Pós Socialismo”, de R$ 50,00 por 35,00. Formação do Brasil Contemporâneo, de R$ 60,00 por R$ 42,00, Quotidiano e Poder, de R$ 46,00 por R$ 32,20, Ser Escravo no Brasil, de R$ 63,00 por R$ 44,10 e os Os Comunistas Brasileiros, de R$ 73,00 por R$ 54,60. Esse preço é para pagamento em dinheiro.
consulte Mais informação“Inicia-se um novo ciclo de lutas da classe trabalhadora brasileira?” – Entrevista com Marcelo Badaró Mattos
[Por Patricia Fachin/IHU] Apesar de ainda não terem sido divulgados os dados oficiais sobre o número de greves ocorridas em 2013, a estimativa é de mais de 900 paralisações trabalhistas no Brasil nesse período, considerando que em 2012 o índice de greves foi o mais alto desde 1996, o que demonstra que elas têm sido mais frequentes, inclusive “antes das jornadas de junho”.
Entretanto, “há diferentes significados nas greves que estão ocorrendo no último período”, assinala Marcelo Badaró Mattos, na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por e-mail. Na avaliação dele, as greves podem ser compreendidas a partir de dois grandes movimentos: “de um lado, sindicatos que se mantiveram ativos e combativos ao longo das duas últimas décadas sentiram um momento favorável para as mobilizações grevistas após as ‘jornadas de junho’ de 2013 e no contexto pré-Copa do Mundo e, (…) por outro lado, estão acontecendo também muitas greves de categorias de trabalhadores que não se veem representadas por suas entidades sindicais, há muito tempo controladas por burocratas a serviço dos patrões e dos governos. É o caso das greves recentes de rodoviários, trabalhadores da limpeza urbana e, em muitos casos, de trabalhadores da construção civil”. Leia a entrevista completa.
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