Autor: Luisa Vieira

1º de Maio: a velha luta continua

Todos sabem que o 1º de maio é o dia da luta pelas 8 horas. Isto foi 130 anos atrás. Naquela época os traba­lhadores não tinham nenhum direito reconhecido. Com muita luta, muitas greves, protestos e manifestações aos poucos a classe trabalhadora arrancou os chamados direi­tos trabalhistas. Não foi mole, não. Precisou muita força e participação de milhares de trabalhadores. Só para lem­brar, no 1º de maio de 1919, no Rio de Janeiro (RJ), na Praça Mauá, 60 mil manifestantes se reuniram para exi­gir esses direitos. Foram 10% da população da época. Mas demorou muitos anos ainda até se conquistar algum “di­reito”. Só anos depois os trabalhadores começaram a con­quistar as “Leis Trabalhistas”. E hoje? Não há mais nada a fazer? Ao contrário. Os em­presários, os patrões querem voltar atrás. Querem reti­rar o que demorou 130 anos para ser conquistado. Como? Eles querem aumentar seus lucros ao extremo, por isso a exploração aumenta. | Por Vito Giannotti | Continue lendo.

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Por Colin Baker

Pequenas lutas preparam o caminho para movimentos maiores. Nelas os trabalhadores começam a medir a si próprios contra seus patrões e governantes com um pouco mais de confiança, em um processo molecular de mudança de consciência (…). Essa é a razão para que os socialistas prestem tanta atenção a pequenas greves e campanhas locais.

(marxista inglês, no texto “A Dinâmica dos Movimentos de Massa”)

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FILME Hoje eu quero voltar sozinho

Está em cartaz, em vários cinemas do país, o filme Hoje eu quero voltar sozinho. Dirigido por Daniel Ribeiro, o longa brasileiro conta a história de Leonardo, um adolescente que precisa lidar com os dramas típicos de sua idade, como a ansiedade do primeiro beijo, a relação com os pais e com os amigos da escola… e com o fato de ser cego. Ele tem uma melhor amiga, Giovana, e se apaixona por um aluno novo de sua turma, chamado Gabriel. Os três desenvolvem uma bela amizade e criam relações de cumplicidade e afeto que contagiam os espectadores. É um filme feito de delicadeza ao tratar da descoberta dos desejos, neste caso por alguém do mesmo sexo. Mas poderia não ser. Uma das grandes belezas do filme é tratar com naturalidade e quase como pano de fundo a temática homossexual. Vale assistir mais essa bela produção do cinema nacional.

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LIVRO História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil

O livro disponibiliza conteúdos para a formação e o conhecimento sobre a riqueza, as diferenças e a diversidade da história e da cultura africana. Também ensina sobre as influências na história e na cultura do povo brasileiro, em especial da população afro-brasileira. A publicação apresenta projetos pedagógicos que podem ajudar professores e familiares a construir atividades promotoras da igualdade étnico-racial. Faça o download aqui.

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