Autor: Luisa Vieira

Por Conrado Hübner Mendes

O humorista, enfim, pode ser um agente de transformação cultural e política ou pode ser exatamente o contrário. A piada pode ajudar a desarmar, ridicularizar e reverter um preconceito, ou pode ser veículo para disseminar um pegajoso discurso de desprezo, disfarçado pelo manto do humor. Praticar o humor do primeiro tipo exige coragem moral, ousadia intelectual e empatia. Dá mais trabalho. Já o segundo se consegue com boa dose de preguiça mental, docilidade política e submissão ao senso comum. Comediantes que deixaram uma herança libertária e emancipatória perseguiram o primeiro caminho. Entre os novos comediantes brasileiros, alguns ainda desconhecem tal diferença. Não são estes que merecem nossa risada.

[em O Estado de S. Paulo – 31/12/2012]

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“Que um grito de gol não abafe a nossa história”, pedem atingidos pelos megaeventos

Entre os dias 1 e 3 de maio foi realizado, em Belo Horizonte, o “1º Encontro dos(as) Atingidos(as) – Quem perde com os Megaeventos e Megaempreendimentos”. Ao final do evento os participantes divulgaram uma carta sobre as violações geradas a partir dos megaprojetos em todas as cidades-sede da Copa 2014. “Afirmamos que a Copa e as Olimpíadas estão a serviço de um modelo de país e de mundo que não atende aos interesses gerais do povo trabalhador e dos setores oprimidos pelo sistema capitalista”, diz o texto. | Leia na íntegra.

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Conheça o novo Conselho Político da Amarc

O Conselho Político da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (AMARC Brasil) concluiu a seleção para novos coordenadores da entidade. São eles: – Coordenação executiva: Daniel Fonseca (Rio de Janeiro), – Coordenação do Programa de Gestão: Sofía Hammoe (Buenos Aires), – Coordenação do Programa de Formação: Augusto Júnior (Fortaleza) e – Coordenação do Programa de Legislação: Daniel Israel (Rio de Janeiro).

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