Autor: Luisa Vieira

Metalúrgicos de São José (SP) relançam “O metalúrgico em família”

O Sindicato de Metalúrgicos de São José acaba de relançar, em 25.03.2014, a Revista “O Metalúrgico em Família”, dirigida à categoria e aos seus familiares. Produzida pelo Departamento de Comunicação do próprio Sindicato, o objetivo da publicação é levar conteúdo variado e assuntos para discussão na casa dos trabalhadores. A primeira edição da Revista (março/abril de 2014) tem como matéria de capa a violência contra as mulheres. A revista está na Internet. Leia a publicação completa.

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Cultura latino-americana em “Diferente, Pero no Mucho” e Rádio Maiz

“Diferente, Pero no Mucho”, blog que procura contribuir com a integração latino-americana através de notícias e dicas de cultura sobre a região. O projeto existe desde 2006 no formato de rádio-documentário veiculado pela Rádio Unesp Virtual, mas estreou como blog em fevereiro deste ano. São principalmente notícias sobre cultura, democratização da comunicação e economia. No blog também está a Rádio Maiz, que veicula toda quinta-feira, às 20 horas, um programa de uma hora de duração com a riqueza musical latino-americana. Depois da publicação do programa no blog eles podem ser escutados a qualquer momento. O de 20 de março, com o nome “Afrolatinidades”, reúne uma sequência de músicas do Haiti, Panamá, Brasil e Argentina. O do dia 27 foi dedicado à memória sobre os 50 anos do golpe militar no Brasil. Traz desde as já tradicionais músicas de protesto de Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Zé, Geraldo Vandré e Victor Jara até Racionais MC’s e Calle 13. Confira!

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Veja não tenta nem disfarçar

Em suas edições na semana em que se completaram 50 anos do golpe civil-militar, as revistas semanais brasileiras tiveram comportamento diversos. Carta Capital produziu uma importante recuperação histórica. Época e Isto É fizeram críticas ao golpe com capas leves, daquelas que dizem sem muita certeza. Época optou pelo enigmático título “1964: o ano que não terminou” e Isto É apelou para a destruição da família do presidente João Goulart. O que significa a destruição de uma família perto das milhões de vidas que a ditadura direta ou indiretamente dizimou? Mas Veja foi fiel ao Consenso de Washington. Destoando com sua capa em cores fortes e alegres, enquanto as outras vieram em preto e branco, Veja, a revista que joga contra os interesses não do povo, já que outras fazem, mas da nação, estampa: “Por que quando Dima cai a bolsa sobe?” Para entender a relação da revista Veja com a ditadura militar leia o livro “O castelo de ambar”, de Mino Carta.

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Editoriais de Folha e Estadão tentam justificar golpe

[Por Alexandre Haubrich – Jornalismo B] As mudanças sociais positivas nunca são acompanhadas em igual ritmo por todos os setores da sociedade em transformação. Faz parte da dinâmica que alguns setores sejam mais atrasados, ou por um nível mais elevado de alienação ou por apego reacionário às relações anteriormente estabelecidas. No caso da sociedade brasileira, com o modelo de comunicação tal como é, a mídia dominante é um desses setores constantemente aferrados ao que já começa a ser transformado e superado. O faz por um ideário conservador que impregna sua construção e por sua própria natureza ligada ideológica e financeiramente às velhas oligarquias. Nestas vésperas dos 50 anos do golpe midiático-civil-militar que derrubou o presidente João Goulart, Folha de S. Paulo e Estadão publicaram editoriais que corroboram essa prática reacionária. O editorial “1964″, da Folha, foi publicado no domingo, 30. No Estadão, “Meio século depois” ocupou a edição desta segunda, 31. | Leia o artigo completo.

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