Autor: Luisa Vieira

A desinformação capitalista no caso da Venezuela

Os povos da América Latina estão sendo “bombardeados” pela desinformação vinda dos veículos comerciais de comunicação, que têm lado político e fazem parte da engrenagem do sistema econômico, o capitalismo, aquele que gera a exploração de homens e mulheres e cria a violência, a segregação, a exclusão, a pobreza e a miséria. Esbaldam-se em falar que o presidente da República da Venezuela, democraticamente eleito pelo voto direto, Nicolás Maduro, tem nas ruas uma multidão contra o seu governo. Mentira! Tentam acusá-lo de crimes não cometidos por ele e seu governo, mas escondem que os seus opositores usam a violência e estão sendo bancados por forças estadunidenses para derrubar aquele governo. Por que? Porque tem a Venezuela o petróleo cobiçado pelos Estados Unidos. Porque tem a Venezuela, desde o governo de Hugo Chávez, feito um governo popular para a maioria e não para a minoria de ricos exploradores. Porque tem a Venezuela, junto com outros governos populares da América Latina, ajudado a mudar o perfil latino-americano, deixando de ser um mero “quintal” (ou lixão) dos EUA. Para que não sejamos manipulados pelos que nos exploram e não querem a informação livre, importante recorrermos a outros meios de informação. Precisamos, sim, ler e apoiar os meios de informação populares! A seguir transcrevemos trechos de uma matéria importante sobre o tema publicada na TeleSUR. | Por Rosângela Ribeiro Gil | Continue lendo.

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Grupo Clarín vai se adequar à Lei de Meios

A Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (Afsca), da Argentina, acaba de aprovar o plano de adequação à Lei de Meios Audiovisuais apresentado pelo Grupo Clarín. O maior conglomerado de mídia daquele país, com poder equivalente ao das Organizações Globo no Brasil, terá 180 dias para se adaptar à norma. A Lei de Meios, sancionada em 2009, estabelece que grupos privados de difusão nacional tenham até 35% do mercado de televisão aberta e 35% de assinantes em televisão a cabo. Um mesmo grupo também pode ter até 10 licenças de rádio, 24 de TV a cabo e uma de TV por satélite. Agora, o Grupo Clarín vai ter que dividir sua estrutura em seis empresas independentes e alterar a grade de programação de sua operadora de televisão por assinatura Cablevisión, com a inclusão de vários canais públicos e estatais, como Encuentro (educativo-cultural) e Telesur (de notícias latino-americanas). Para Dênis de Moraes, professor da Universidade Federal Fluminense e especialista no assunto, este é um momento histórico para a democratização da comunicação na América Latina. “É o fim da concentração de 250 canais de rádio, televisão e televisão por assinatura nas mãos de um único grupo. Esta é uma prova incontestável de que é plenamente possível democratizar a radiodifusão (rádio e televisão) sob concessão pública dentro do estado de direito democrático e por iniciativa de um governo progressista e reeleito pelo povo, como o da presidenta Cristina Fernández de Kirchner”, afirma.

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Deputado Marcelo Freixo responde a O Globo no texto A Exaltação de um factoide

[19.02.2014] “Pela terceira vez em menos de uma semana, O GLOBO me cita em seus editoriais. As diferenças do texto publicado ontem em relação aos demais são o tom menos arrogante e o alvo. Após a péssima repercussão das tentativas de associar a morte do cinegrafista Santiago Andrade a mim, o jornal assume postura mais cuidadosa, até porque o objetivo é explicar a cobertura da tragédia aos seus leitores.

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Lei antiterrorismo “é quase uma repetição da época da ditadura civil-militar”

[Por Cátia Guimarães – EPSJV/Fiocruz – 1/02/2014] João Tancredo é advogado e presidente do Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (DDH), que tem atuado na defesa dos presos políticos das manifestações no Rio de janeiro. Nesta entrevista, ele diz que a legislação brasileira atual dá conta de todos os crimes eventualmente cometidos nas manifestações e defende que o que está por trás da proposta de lei antiterrorismo, que tramita no Congresso Nacional, são os interesses econômicos ligados à Copa do Mundo.

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Universidade de Roraima sedia encontro sobre mídia e os 50 anos do Golpe Militar

O 3º Encontro Regional Norte dos Pesquisadores de História da Mídia, vinculado à Alcar, será sediado pela Universidade Federal de Roraima (UFRR), em Boa Vista. O evento ocorre nos dias 10 e 11 de abril de 2014. A submissão de trabalhos pode ser feita até 17 de março. A temática do evento é o marco dos 50 anos do Golpe Militar no Brasil. O objetivo é discutir a a ligação da grande imprensa nacional com os mecanismos de autocensura e também reflexões sobre os usos políticos da mídia. O encontro também pretende reunir novas reflexões e proposições de análise sobre a “imprensa nanica”, que teria crescido debaixo do controle exercido pela censura militar. Leia mais.

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