Autor: Luisa Vieira

Greve dos garis

[Por Claudia Santiago-NPC] O piso salarial dos garis, trabalhadores da Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro) atualmente é R$ 803. Eles estão em greve desde o dia 1º de março reivindicando reajuste para R$ 1.200,00. A Prefeitura insiste em pagar no máximo R$ 877. A greve, a cada dia, ganha mais apoio da população. Os garis, assim como os carteiros e os bombeiros, são pessoas queridas pelo povo devido à sua origem de classe e o serviço que prestam à população. Isso, sem falar que o povo conhece as péssimas condições de trabalho, de salário, de saúde e moradia destas categorias de trabalhadores. Outro fator de identificação é componente racial. A maioria dos garis é negra, como o povo brasileiro.

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Todo apoio à greve dos garis

A doutoranda do Instituto de Pesquisa e Planejmento Urbano e Regional da UFRJ (IPPUR/UFRJ), Camilla Lobino, apoia a greve dos garis durante o bloco Comuna que Pariu. O bloco, do PCB, se apresentou na segunda-feira de carnaval na Cinelândia, com o elogiado samba “A Revolução foi a Copa que pariu”.

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“Mi Amigo Hugo”, documentário de Oliver Stone para a Venezuela

O documentário “Mi Amigo Hugo”, do premiado cineasta norte-americano Oliver Stone, foi lançado na Venezuela na semana passada como parte das atividades previstas para celebrar o primeiro aniversário da morte do presidente Hugo Chávez. O filme é uma co-produção do famoso cineasta e da TeleSUR, que transmitirá o documentário para América Latina. A obra de Stone dura aproximadamente 50 minutos e se trata de una compilação de depoimentos de familiares, amigos, intelectuais e políticos sobre o líder socialista, precursor do atual processo de integração latino-americano e caribenho. Oliver Stone é diretor também do filme Piratas do Caribe que trata da ascensão de governos populares na América-Latina, neste início de século.

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Nos jardins murados, o ranger de dentes

[Por Sérgio Domingues* – 28.02.2014] Segundo Rezende nossos dados pessoais e “rastros digitais” estão sendo monetizados na forma de poder simbólico para o dono do serviço. Ele diz que “o nome do jogo é controle” e é parte essencial de um plano para “implantar um regime dominante de vigilantismo global”, usando como camuflagem o combate ao terrorismo, ao cibercrime, etc. E lembra também que controle em grego é “cyber”. Segundo o professor, as “batalhas ainda são pelo controle consentido”. Estariam sendo travadas no “front psicológico, onde a vaidade e o fetichismo funcionam como boas iscas”. Rezende é pessimista. Quem quiser “exercer seu direito constitucional à intimidade e à privacidade”, a saída é não instalar nem usar aplicativos. | Continue lendo.

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