Categoria: Boletim NPC

Claudia Santiago recebe o prêmio Leolinda Daltro 2026

Criado em 2003 pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), o Diploma Leolinda Daltro homenageia todo ano dez mulheres do estado do Rio. O reconhecimento é pelo protagonismo das premiadas na defesa dos direitos das mulheres e nas questões de gênero. Para este ano de 2026, Claudia Santiago, criadora e coordenadora do NPC, foi escolhida como uma das homenageadas pelas deputadas que integram a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. A cerimônia de entrega do prêmio ocorreu no dia 23 de março, presidida pela deputada estadual Renata Souza, jornalista e ex-aluna do curso de comunicação popular do NPC.

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Curso gratuito em Mídias Sociais e IA abre inscrições com foco no enfrentamento à desinformação

O Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo, está com inscrições abertas para o curso Mídias Sociais e Inteligência Artificial. A iniciativa tem como objetivo capacitar participantes interessados em disputar narrativas frente à desinformação, aos monopólios e ao chamado “tecnofeudalismo”. A participação é gratuita. A formação está estruturada em dois módulos: um dedicado às mídias digitais e outro à inteligência artificial, cada um composto por quatro aulas e acompanhado de material didático. Entre os conteúdos abordados estão o panorama da comunicação digital na política e nos movimentos sociais; o funcionamento dos algoritmos e das redes sociais, e seu uso estratégico; elaboração de campanhas, construção de narrativas e engajamento de base; além de conceitos e impactos da inteligência artificial e a produção de conteúdo com apoio dessas tecnologias. As aulas são ministradas pelo professor Arthur William Cardoso Santos, doutorando em Inteligência Artificial (foto). | Saiba como se inscrever!

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IA e Saúde: Brasil abre as portas às Big Techs?

[Por Bruno Cesar Dias e Marcelo Fornazin/ Outras Palavras] Para qual lado tenderá assimilação da inteligência artificial? Rota atual é de captura de dados e interferência na produção de conhecimento. Há outro horizonte, com geração de tecnologias robustas a partir da realidade do SUS. Faltam comprometimento e investimento. | Leia o artigo completo.

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Como os algoritmos das Big Techs moldam o debate público?

[Por Katarine Flor/ Le Monde Diplomatique Brasil] Em pouco mais de uma década, grandes plataformas digitais deixaram de ser apenas empresas de tecnologia e passaram a atuar como infraestruturas centrais da circulação de informação. Controladas por companhias como Google, Meta, Amazon, Apple e Microsoft, elas utilizam algoritmos para definir quais conteúdos ganham visibilidade, influenciando diretamente o debate público e favorecendo, na lógica da economia da atenção, conteúdos capazes de manter usuários conectados por mais tempo – o que pode reforçar bolhas ideológicas e a polarização política. Diante desse cenário, cresce o debate sobre regulação e soberania tecnológica.
Para analisar essas transformações, conversamos com Arthur William, doutorando com pesquisa em inteligência artificial, que discute nesta entrevista os impactos geopolíticos das plataformas digitais e os desafios que esse novo ecossistema informacional impõe às democracias, especialmente na América Latina. O pesquisador é professor do curso mídias sociais e inteligência artificial, desenvolvido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação em parceria com o escritório de São Paulo da Fundação Rosa Luxemburgo. | Leia a entrevista completa.

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Comunicação sindical é incluída em material didático

[Por Camila Marins/Fisenge] Já imaginou uma engenheira inspirando aprendizados nos cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA)? As histórias em quadrinhos da Engenheira Eugênia ganharam espaço na apostila “Práticas de Alfabetização e de Matemática – anos iniciais do ensino fundamental”, organizada por profissionais formados pela USP: Raphaelle Vicentin, Lígia Gomes e Judith Nuria Maida (coord.), publicada no início de 2026. A Engenheira Eugênia é a protagonista das histórias em quadrinhos publicadas pelo Coletivo de Mulheres da FISENGE (Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros). No quadrinho selecionado, uma situação infelizmente comum: a engenheira enfrenta assédio no trabalho, quando seu chefe exige um projeto de um dia para o outro e ainda desqualifica sua competência por ela ser mulher — um nítido exemplo de assédio moral e machismo. A proposta da atividade vai além do conteúdo: convida estudantes a reconhecerem essas situações e a refletirem, por meio do diálogo, sobre respeito, igualdade e direitos no ambiente de trabalho. Os quadrinhos podem ser acessados em: www.fisenge.org.br.
Quem quiser utilizar a Engenheira Eugênia, pode enviar um e-mail para comunicacao@fisenge.org.br.

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Sindipetro-ES usa linguagem informal para responder mentiras de Flavio Bolsonaro

Uma postagem do Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo (Sindipetro-ES) viralizou nos últimos dias devido ao tom debochado e informal com que respondeu a postagem do senador Flavio Bolsonaro. O sindicato lembrou que o Brasil é autossuficiente em petróleo e que o peso no bolso do consumidor é devido às privatizações na Petrobrás que ocorreram nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro. “Ambos são lesa pátrias que colocaram o país em risco ao privatizar ativos energéticos fundamentais”, afirmou o Sindicato em uma de suas redes sociais.

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Globo News admite erro em Power Point que escondia relações de Vorcaro com a direita

[Por Cristina Serra/ Redes sociais] “Na guerra, a primeira vítima é a verdade”. A frase, atribuída ao dramaturgo grego Ésquilo, cai como uma luva no caso do “power point” sobre as conexões do fraudador Daniel Vorcaro, exibido na Globo News. Aquilo não é jornalismo. Jornalismo não mente, não esconde, não falseia. Se fosse jornalismo, teria revelado as ligações da própria Globo com Vorcaro. Leiam a cobertura do ICL Notícias sobre o tema. A exibição do “power point” é mais um lance da guerra do oligopólio midiático brasileiro para impedir, a qualquer custo, a reeleição de Lula. É a isso que chamam de liberdade de expressão? Uma empresa que tem uma concessão pública se acha no direito de mentir assim, à vontade, e dá em nada? Eis porque o lobby do oligopólio nunca permitiu a regulação das concessões.

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Preço não é sujeito; culpados pelo “disparo” dos combustíveis, no Brasil e no mundo, têm nome e sobrenome: Donald Trump e Benjamin Netanyahu

[Por Rosângela Ribeiro Gil/ Redação ABCP] A mídia brasileira e internacional não tem peito para dar “nome aos bois”. O aumento dos preços em todos os países, incluindo o Brasil, é de Trump e Netanyahu. Homens brancos e machões que se arvoram no direito de dizer o que o mundo pode ou não fazer. Chamá-los, ainda, respectivamente, de presidente ou primeiro-ministro é uma indecência da mídia hegemônica ocidental – aquela que finge ser profissional acima dos seus interesses econômicos de classe. Por isso, não veremos essa mídia vendida, ou inimiga, falando com todas as letras, para informar corretamente leitores, ouvintes e telespectadores, que a crise do petróleo, no mundo, é culpa de Trump e de Netanyahu. Nas manchetes brasileiras, da imprensa escrita, digital e audiovisual (TV e
rádio), o que mais se vê é algo assim “preço da gasolina dispara…” ou “preço do diesel dispara”. A impressão que se tem é que “preço” é um sujeito que resolveu “disparar” os preços dos combustíveis fósseis. | Continue lendo.

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05 Podcasts para entender a questão agrária no Brasil

Você já parou para pensar quem realmente produz a comida que chega no seu prato? O MST divulgou, em suas redes, cinco podcasts fundamentais para aprofundar o debate da questão agrária, desmistificar o agronegócio e entender os desafios e caminhos da produção de alimentos no Brasil. São eles: o podcast “Prato cheio”, produzido pelo O Joio e o Trigo; a entrevista de João Pedro Stédile ao programa “20 minutos”, do Opera Mundi; “Agroecologia e mulheres: tudo a ver”, uma produção do Brasil de Fato; um episódio do Rádio Novelo Apresenta sobre a chacina de Pau d’Arco, no Pará, em que 10 sem-terra foram mortos por policiais militares e civis; e “Agronegócio e crise alimentar no mundo”, podcast produzido pelo MST. Procure nas suas plataformas preferidas.

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Projeto Domingo É Dia de Cinema exibirá ‘Ainda estou aqui’

A próxima sessão do Domingo é Dia de Cinema já tem data marcada! No dia 12 de abril, será exibido novamente o filme ‘Ainda Estou Aqui’! O livro de Marcelo Rubens Paiva será tema do 1º Exame de Qualificação da UERJ 2027. E atenção: a próxima sessão será no Estação Net Rio, que fica na mesma rua do Estação Net Botafogo, onde rolam as sessões do Domingo é Dia de Cinema. Vai ser na Voluntários da Pátria nº 35. Logo após a sessão, vai rolar um debate sobre o filme com Lourrane Cardoso, Sandra Vaz e o deputado Tarcísio Motta. Para que seja possível distribuir livros para estudantes de pré-vestibulares comunitários, o coordenador do projeto está pedindo doações de exemplares. Quem puder doar, basta procurar pelo perfil @domingoediadecinema no Instagram.

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Vem aí o 1o Seminário de Formação Política e Comunicação Popular em Volta Redonda

O evento foi pensado como um espaço de debate, troca e construção coletiva sobre os desafios da comunicação e da luta popular na região. Será no sábado, dia 11 de abril, das 9h às 17h, no SINPRO de Volta Redonda. A atividade será ministrada por Leo Koury, professor do IEC da PUC Minas, assistente social e comunicador popular. Ele é militante da Mídia Ninja e do Jornalistas Livres, e colunista do Brasil de Fato. Também está confirmada a presença da deputada federal Jandira Feghali. | Saiba como se inscrever.

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Governo do Brasil regulamenta o ECA Digital: novo marco na proteção de crianças e adolescentes na internet

O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (Lei nº 15.211/25), conhecido como ECA Digital, passou a valer a partir do dia 17 de março. O objetivo da lei é atualizar a proteção de crianças e adolescentes frente aos novos desafios impostos pelo avanço das tecnologias e o ambiente digital. A nova legislação foca na responsabilidade compartilhada entre atores. Isso significa que a proteção da criança no ambiente digital é um dever dividido entre família, sociedade, Estado e plataformas, reforçando o princípio do melhor interesse da criança e do adolescente no ambiente on-line. As principais medidas previstas são: mais rigor na aferição da idade; segurança por padrão; ferramentas de supervisão dos responsáveis; proteção contra a publicidade direcionada; e moderação de conteúdo. | Saiba mais como funciona cada um desses itens.

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