Categoria: Entrevistas

Como os algoritmos das Big Techs moldam o debate público?

[Por Katarine Flor/ Le Monde Diplomatique Brasil] Em pouco mais de uma década, grandes plataformas digitais deixaram de ser apenas empresas de tecnologia e passaram a atuar como infraestruturas centrais da circulação de informação. Controladas por companhias como Google, Meta, Amazon, Apple e Microsoft, elas utilizam algoritmos para definir quais conteúdos ganham visibilidade, influenciando diretamente o debate público e favorecendo, na lógica da economia da atenção, conteúdos capazes de manter usuários conectados por mais tempo – o que pode reforçar bolhas ideológicas e a polarização política. Diante desse cenário, cresce o debate sobre regulação e soberania tecnológica.
Para analisar essas transformações, conversamos com Arthur William, doutorando com pesquisa em inteligência artificial, que discute nesta entrevista os impactos geopolíticos das plataformas digitais e os desafios que esse novo ecossistema informacional impõe às democracias, especialmente na América Latina. O pesquisador é professor do curso mídias sociais e inteligência artificial, desenvolvido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação em parceria com o escritório de São Paulo da Fundação Rosa Luxemburgo. | Leia a entrevista completa.

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Condenação dos mandantes da morte de Marielle Franco renova esperanças na democracia, afirma deputada

O dia 25 de fevereiro de 2026 ficará marcado na história do Brasil. O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão — respectivamente conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro e ex-deputado federal — a 76 anos de prisão pelos assassinatos da vereadora MarielleFranco e do motorista Anderson Gomes, ocorridos em 14 de março de 2018. A decisão, tomada por unanimidade, reconheceu o caráter político do crime e sua conexão com as milícias que atuam no estado. “Para nós, do Psol, foi um dia histórico, foi um dia muito importante. Nós lutamos por justiça durante oito anos e hoje finalmente nós temos a condenação dos mandantes desse crime político brutal que chocou não só o Brasil, mas o mundo. Finalmente conseguimos fazer justiça pela nossa companheira”, declara Paula Coradi, presidenta nacional do Psol no Conexão BdF da Rádio Brasil de Fato. | Confira a entrevista completa.

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Leia na Mangue Jornalismo!

[Via Mangue Jornalismo] O show Diaspora’S do ativista cultural, capoeirista e pesquisador Mestre Negoativo e do rapper Douglas Din representa em oito canções a música afromineira, trazendo soul, reggae, narrativa oral, berimbaus e freestyle. A partir de encontro de gerações, eles compõem uma das 10 bandas que viajam o país no projeto Sonora Brasil do Sesc. Nesta entrevista exclusiva para a Mangue Jornalismo , eles falam sobre freestyle, narrativa griot, avós, influência bantu, rap indígena, da cultura afromineira e da relação dela com o resto das manifestações culturais negras a partir das trocas que têm feito durante as apresentações. Leia no site da Mangue Jornalismo, siga a gente nas redes e assine a Catado da Mangue no site para receber de graça nosso material no seu e-mail.

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“Globo versus CIEP – O Embate”: André Lemos fala sobre novo livro

O sociólogo e mestre em educação pela UFFRJ, André Lemos, está lançando o livro “Globo versus CIEP – O Embate”, pela editora Apparte. A obra conta a história sobre o embate que colocou em lados opostos o complexo de comunicações liderado por Roberto Marinho e os defensores do projeto de educação integral idealizado por Darcy Ribeiro, um dos patronos da educação brasileira. No último dia 16, André foi entrevistado por Marcelo Barbosa, do Programa Ponto de Partida das Ideias. Confira!

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Há um genocídio em Gaza e sou arrastado para ele, diz jornalista e quadrinista Joe Sacco

[Por Fernanda Canofre | Agência Pública] Joe Sacco passou os últimos oito meses dividido entre terminar um livro sobre um conflito violento que aconteceu na Índia em 2013, acompanhar as notícias sobre a guerra na Palestina e desenhar comentários a respeito dela em uma coluna intitulada “A guerra em Gaza”, para o The Comics Journal, publicada desde o fim de janeiro. No início de junho, ele concluiu os dois trabalhos – o livro que faz há dez anos e a coluna – e decidiu se afastar por um tempo do jornalismo e de desenhar. Nascido em Malta e vivendo nos Estados Unidos, Sacco publicou Palestina (1993), um livro que se tornou referência no jornalismo em quadrinhos, por volta do fim da Primeira Intifada (1987-1993) e da sua primeira visita à região. Alguns anos depois, ele voltou para contar a história de massacres ocorridos nas cidades de Rafah e Khan Younis, em 1956, tentando lançar luz aos eventos do presente através do passado em Notas sobre Gaza (2009). Quando começou a seguir os eventos que escalaram na guerra mais recente no território, após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023, Sacco sentia algum envolvimento pessoal nos fatos. Com amigos na Palestina e provocado por um e-mail do editor do livro homônimo, Gary Groth, ele decidiu voltar a escrever e começou a coluna “A Guerra em Gaza”. Sacco conversou com a Agência Pública por cerca de uma hora sobre os desenhos da guerra atual, perspectivas políticas nos Estados Unidos e seu último trabalho, Pagar a terra (2020) – um livro sobre décadas de violações contra o povo indígena Dene, no norte do Canadá. A história, recém-traduzida e publicada no Brasil pela Companhia das Letras, cobre desde a exploração de recursos minerais naturais em suas terras até o sistema de educação imposto às comunidades indígenas pelo governo canadense. | Leia a entrevista completa.

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Maria da Conceição Tavares: O neoliberalismo apodreceu a opinião pública

No ano de 2008, Carlos Eduardo Martins, Roberto Castelo Branco e Virgínia Fontes foram até a casa de Maria da Conceição Tavares fazer uma entrevista que seria publicada no nº 11 da revista Margem Esquerda. Ao longo de mais de três horas de conversa, a economista falou sobre sua história de vida, formação intelectual, legado da CEPAL, marxismo, a trajetória do pensamento heterodoxo no Brasil, a teoria do capitalismo tardio, entre outros assuntos. O pano de fundo eram os grandes temas da economia mundial e a forma como Maria da Conceição Tavares pensava questões decisivas do mundo naquele momento. [Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil] | Leia a entrevista completa no Blog da Boitempo! 

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O discurso de ódio da extrema direita em podcast produzido pela Criar-Brasil

[CRIAR Brasil] A ONG CRIAR Brasil, com apoio da Fundação Heinrich Böll, acaba de lançar em podcast uma série de entrevistas sobre discurso do ódio com Suzy dos Santos (UFRJ), Janaíne Aires (UFRN), Helena Martins (UFC) e João Cezar de Castro Rocha (UERJ). ”Ondas de Ódio” tem como base a pesquisa de doutorado “Discurso de ódio na TV: a legitimação da retórica bolsonarista através do ataque à dignidade humana, às instituições e à democracia”, desenvolvida no PEIC/ECO/UFRJ. O podcast integra o PODCRIAR. | Acesse aqui.

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Sonia Fleury: “O contexto, hoje, não é para golpes tradicionais, mas para se eliminar a democracia por dentro”

[Por Redação Jornal GGN/Foto: Arthur William] Houve um “erro de estratégia” e os atos terroristas do 8 de Janeiro de 2023 se deram em um contexto não propício a “golpes militares tradicionais”. No entanto, um ano após essa “intentona”, observa-se que a democracia, embora devidamente resgatada naquele momento, ainda está sob risco, conforme avalia a pesquisadora Sonia Fleury nesta entrevista ao blog do CEE-Fiocruz. À frente de dois projetos de pesquisa do Centro, Futuros da Proteção Social e Gestão Federativa do SUS – ao lado do pesquisador Assis Mafort –, em que vem analisando a conjuntura do país, Sonia observa que ainda não se pode falar em uma democracia consolidada, tendo em vista uma sociedade ainda muito polarizada e um cenário, nas manifestações do 8 de Janeiro de 2024, diferente daquele do ano anterior, em que os vários poderes da nação “se uniram contra a barbárie”. Uma mostra foi a ausência de 15 governadores aos atos em defesa da democracia. “É muito clara a apreensão persistente”, aponta. | Continue lendo.

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Agência Tambor: Claudia Santiago fala de comunicação no Brasil e no Maranhão

[Agência Tambor] Fizemos uma entrevista com Claudia Santiago. Ela é jornalista e historiadora. Ao lado de Vito Giannotti, fundou no Rio de Janeiro o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), uma instituição que há 30 anos trabalha com formação na comunicação popular e sindical, tornando-se referência no Brasil. O Núcleo Piratininga apoia o Seminário de Comunicação e Poder no Maranhão, evento que no próximo dia 11 de novembro realizará sua terceira edição. Claudia Santiago virá para o Seminário. Mas antes de chegar em São Luís, respondeu a essas quatro perguntas formuladas por Danielle Louise, Ed Wilson Araújo, Emilio Azevedo e Lívia Lima. | Leia a entrevista completa!

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Vincent Carelli fala sobre terras indígenas

Na nossa rubrica Entrevista desta semana, apresentamos Vincent Carelli, antropólogo, indigenista e documentarista franco-brasileiro, criador do projeto Vídeo nas Aldeias. Ele é entrevistado pela jornalista, ensaísta, psicanalista e poetisa Maria Rita Kehl, no programa Conversa Solta da Rádio Madalena. Carelli fala sobre o Marco Temporal, “esta barbaridade que o Congresso aprovou, “Congresso esse que hoje em dia, sob a batuta do Lira, parece trabalhar para o agronegócio e não para o Brasil”, constata Rita Kehl. | Veja a entrevista na íntegra.

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