Entre os dias 28 de março e 4 de abril, mulheres e homens do mundo inteiro saem às ruas para protestar contra o capitalismo e a guerra, e dizer que não vão pagar pela crise. A manifestação foi convocada pela Assembléia dos Movimentos Sociais, que se reuniu durante o último Fórum Social Mundial, em janeiro de 2009 em Belém/PA.   

Ao longo da semana, os movimentos dizem que é necessário ir à raiz dos problemas para enfrentar as crises que hoje vivemos: alimentar, financeira, econômica, climática, energética e migratória. A solução é construir uma alternativa ao sistema capitalista e à dominação patriarcal.

Em 31 de março, por todo o mundo houve manifestações contra os recentes ataques à Palestina e contra o desemprego provocado pela crise. No Brasil, a maior manifestação foi em São Paulo, que reuniu entre cerca de 20 mil pessoas.  

No dia 1º de abril, em Londres, uma manifestação em frente ao Banco Central da Inglaterra foi violentamente reprimida pela polícia. Um manifestante foi morto durante o protesto contra a reunião do Grupo dos 20 (ou G-20).  

Estão previstas ainda manifestações no dia 4 de abril, data que marca o aniversário de 60 anos da Otan – Organização do Tratado do Atlântico Norte, braço do exército dos Estados Unidos na Europa.

Clique aqui para ler a íntegra da Declaração da Assembléia dos Movimentos Sociais, realizada no FSM 2009.