No dia 24.03.2009, milhares de argentinos e argentinas realizaram um protesto contra o golpe militar que ocorreu no país há 33 anos. Os manifestantes foram às ruas do centro de Buenos Aires para exigir maior velocidade nos processos que envolvem militares e policiais que participaram de seqüestros, mortes e torturas durante a ditadura no país (
Atualmente estão sendo julgados 1254 torturadores no país, mas só 526 estão sendo formalmente processados. Destes, apenas 48 ex-integrantes da ditadura foram condenados. A Corte Suprema argentina anunciou recentemente que os ex-torturadores vão cumprir penas em prisões comuns, sem o privilégio das prisões domiciliares para os torturadores com mais de 70 anos.
Nas manifestações argentinas o professor Jorge Julio Lopez também sempre é lembrado. Ele desapareceu em setembro de 2006, após testemunhar contra o ex-chefe de polícia da Província de Buenos Aires, Miguel Etchecolatz, um dos torturadores argentinos, que acabou sendo condenado à prisão perpétua.O protesto foi divulgado pelo canal Globo News, da TV a cabo. A matéria do telejornal, entretanto, não cita a impunidade em relação aos torturadores da ditadura militar brasileira.
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