O Ministério da Educação (MEC) anunciou, no início deste ano, a formação de um grupo para avaliar e repensar as linhas pedagógicas do curso de jornalismo.

Além da consulta, está prevista a realização de três audiências públicas para discutir o tema. A primeira já foi realizada, e ocorreu no dia 20 de março, no Palácio Capanema, Rio de Janeiro.

Segundo a professora de jornalismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), Sylvia Moretzsohn, em artigo publicado no Observatório da Imprensa, o representante do MEC, Paulo Roberto Wollinger, causou um certo burburinho na abertura do encontrou. Ele afirmou que não estava em pauta, naquele dia, a separação de jornalismo da área de comunicação social – que é um dos principais pontos da discórdia atual.  

Segundo Jean Oliveira, membro do coletivo regional de estudantes de comunicação do Rio de Janeiro, um dos motivos apresentados foi o fato de “a sociedade não reconhecer a profissão de comunicador social” – portanto já não existiria, e não haveria motivo para tratar do assunto. “De que sociedade ele está falando?

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Enquanto isso…

[Redação Adnews] O bispo R.R. Soares anunciou início das atividades da “Faculdade do Povo”, que vai oferecer, a princípio, cursos  Propaganda e Marketing, Jornalismo e Rádio e TV. O anúncio foi feito no programa “Show da Fé”, transmitido pela Rede Bandeirantes. De acordo com o Portal IMPRENSA, o MEC (Ministério da Educação) credenciou no dia 29 de janeiro uma faculdade de comunicação social com as habilitações de Jornalismo, Propaganda e Rádio e TV para a Igreja Internacional da Graça.