Assuntos

Compartilhar

 

YouTube Facebook Twitter Flickr Google+ SoundCloud

Novidades

Um pouco da história dos trabalhadores e do seu dia

Publicado em 27 de abril de 2016

  Em 1891, em Paris, trabalhadores socialistas dos países industrializados da época, reunidos num congresso da Internacional Socialista, consagraram o 1º de Maio como o dia da luta pelas 8 horas de trabalho. Naquele tempo os operários viviam numa grande miséria. Trabalhavam 12, 15 e até 18 horas por dia. Não havia descanso semanal nem férias. Para o mundo do trabalho não existiam leis.  A filosofia liberal da época não admitia que se fizessem leis  para os  trabalhadores. Vigorava a lei do patrão. A lei do cão. A diminuição de turnos de trabalho foi a primeira reivindicação da classe.   Exigia-se não morrer de tanto trabalhar. Outra exigência era a de não morrer de fome.  Ou seja, ter um salário que permitisse viver. Muitas greves foram realizadas no século XIX. Os patrões respondiam com mortes, prisões e perseguições.  Tudo o que os trabalhadores conquistaram foi fruto desta luta da classe.  Através dela foram conquistadas a jornada de 8 horas, as férias, o descanso  aos domingos, previdência social, a indenização por acidente, a aposentadoria, tudo, enfim. As 8 horas estão entre as grandes conquistas dos trabalhadores. E é especialmente contra a jornada fixa de 8 horas que, hoje, os patrões  apontam suas armas.  Daí a atualidade e a importância do 1º de Maio DE LUTA.  Alguns fatos no dia 1º de Maio no Brasil  (Datas...

Saiba mais

Livro “CONFRONTO OPERÁRIO: A Oposição Sindical Metalúrgica nas greves e nas comissões de fábrica de São Paulo (1978 -1980)”

Publicado em 27 de abril de 2016

Apresentação por Reginaldo “Régis” Moraes Prezado leitor, esta brevíssima apresentação é apenas um convite e um apelo: não deixe de ler. E não deixe de pensar sobre a riqueza de fatos e materiais que encontramos neste romance-tese de Rosângela. O personagem central desta trama é a Oposição Sindical Metalúrgica (OSM). Era uma frente de trabalhadores que queria conquistar seu sindicato, dos metalúrgicos da capital paulista, resgatando-o das mãos de pelegos e interventores encastelados pela ditadura militar. Mas a OSM queria bem mais do que isso: queria inventar e propagar um novo modo de fazer luta sindical e luta operária, queria nocautear o regime, queria introduzir a classe operária na política e abrir o caminho para uma sociedade sem exploração, uma sociedade que não sabia exatamente definir, mas pressentia como horizonte e utopia. A OSM jamais conseguiu conquistar seu objetivo ‘menor’, resgatar seu sindicato. E, paradoxalmente, deu significativa contribuição para avançar nos objetivos ‘maiores’. Não conseguiu o “isso” que está no parágrafo acima, mas avançou bastante naquele “bem mais do que isso”. Graças a ela – e nela inspiradas – propagaram-se, no País inteiro, oposições sindicais que mudaram a cara do movimento operário. Com o tempo, a OSM foi se juntando, com diferenças, a um outro vigoroso movimento, do vizinho ABC, onde despontava uma liderança...

Saiba mais

Chegou o livro “Experiências em Comunicação Popular no Rio de Janeiro ontem e hoje”!

Publicado em 20 de abril de 2016

Chegou o livro “Experiências em Comunicação Popular no Rio de Janeiro ontem e hoje”, produzido pelo NPC em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo. O livro está na Livraria Antonio Gramsci para distribuição. Como não será vendido, solicitamos uma contribuição voluntária para manutenção das atividades Núcleo Piratininga de Comunicação. Contamos com a colaboração de todos os companheiros!

Saiba mais

Alunos do curso de comunicação do NPC lançam documentário sobre Morro São José Operário

Publicado em 20 de abril de 2016

Saiba mais e confira o trailer!

Saiba mais

Livraria Antonio Gramsci promove lançamento do livro Os porões da contravenção  

Publicado em 20 de abril de 2016

Na quinta-feira, 7 de abril, a livraria Antonio Gramsci, do NPC, promoveu um debate sobre o livro “Os porões da contravenção” dos jornalistas Aloy Jupiara e Chico Otávio. A obra apresenta as relações entre militares torturadores da Ditadura Militar com “bicheiros” no final dos anos 80 e durante os anos 90. Também fala sobre a apropriação do carnaval carioca por esses grupos e comentam sobre a importância cada vez maior do jornalismo investigativo. Veja a entrevista!

Saiba mais
Página 1 de 76712345...102030...Última »