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Novidades

Cinco anos da Livraria Antonio Gramsci

Publicado em 15 de junho de 2016

Há cinco anos (já!) a ideia de Claudia Santiago Giannotti se concretizava: uma livraria para divulgar obras de esquerda, dos clássicos de Marx e Gramsci, às pesquisas recentes de vários intelectuais militantes que não não têm espaço nas prateleiras das livrarias tradicionais.

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Comunicação em pauta

Publicado em 15 de junho de 2016

A jornalista, historiadora e coordenadora do Núcleo Piratininga de Comunicação, Claudia Santiago, concedeu, nas últimas semanas, uma entrevista para a jornalista Helenice Viana do Sindicato dos Empregados no Comércio e Serviços de Ipatinga (SECI). Mídia, imprensa e liberdade de imprensa foram alguns dos temas dessa conversa. Leia a entrevista.

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Comunicação popular: resistência nas favelas

Publicado em 15 de junho de 2016

[Por Mônica Santos Francisco] No último sábado (11), aconteceu o lançamento do livro intitulado “Experiências em Comunicação Popular no Rio de Janeiro,Ontem e Hoje: Uma História de resistência nas favelas cariocas”.

A iniciativa do Núcleo Piratininga de Comunicação Popular(NPC) teve a coordenação da jornalista Cláudia Santiago Giannotti. O livro traz uma série de reflexões e relatos sobre experiências em Comunicação Popular em diversas favelas cariocas, a partir da atuação do próprio NPC, como é carinhosamente conhecido.

O evento aconteceu na sede do Instituto Trabalho e Cidadania, no Morro da Formiga, uma das favelas presentes nos relatos apresentados pelo livro. Além da Formiga, favelas como Borel, Maré, Alemão, Rocinha, Indiana e iniciativas de diversos coletivos que vêm ocupando a cena urbana e viabilizando cada vez mais o acesso à informação. Leia o texto completo!

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Francisco Bosco escreve sobre a cultura dividida e o vaivém do MinC

Publicado em 15 de junho de 2016

[Folha de São Paulo – 12/06/2016] De um presidente sem votos, chefe de um partido especializado na realidade das relações de força do Congresso, e não na da sociedade, dificilmente se poderia esperar outra coisa: sem fazer a menor ideia de onde pisava, extinguiu logo o Ministério da Cultura –aquele antro de petistas mamadores da Lei Rouanet– e acabou por se deparar com o mais barulhento foco de resistência a seu governo em suas semanas iniciais.

Primeiro, o setor cultural inteiro se manifestou contra o remake do fim do MinC (a versão original foi obra de Fernando Collor). O novo ministro da Educação e Cultura, Mendonça Filho, já na chegada teve que encarar um protesto humilhante dos servidores. Em um primeiro recuo, Temer anunciou que a Secretaria de Cultura sairia da Educação e seria ligada à Presidência. Procurando o que para ele seria unir o inútil ao desagradável, buscou uma mulher para o cargo. Bateu de frente com a recusa pública de ao menos cinco delas.

Forçado a retornar ao ponto de partida, decretou a volta do MinC e nomeou um novo ministro, mas as sedes do ministério em todas as capitais do país permaneceram ocupadas, e diversas associações, como a Frente Nacional do Teatro, além de diversos artistas, mais e menos conhecidos, declararam não reconhecer o novo MinC. Para essa parte do setor, não há qualquer diálogo possível com o novo ministério. A reivindicação é única e posta nos mesmos termos do vício de origem de todo esse processo: #foratemer. Leia o artigo completo.

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Glenn Greenwald: “A mídia dominante faz propaganda. Isso me choca como jornalista”

Publicado em 15 de junho de 2016

[Por Carta Capital] Ganhador de um Prêmio Pulitzer, o escritor e jornalista americano Glenn Greenwald aderiu à tese do golpe à brasileira depois de ler as gravações da conversa do ex-ministro de Temer, Romero Jucá, com Sérgio Machado, da Transpetro, ambos investigados pela Operação Lava Jato. “Entendi que o impeachment foi desfechado para impedir a Lava Jato. Mas, em última instância, ele visa a aniquilar o PT e mudar totalmente os rumos do País, impondo políticas que nunca seriam aceitas pela população, pelo voto”, afirmou. Suas matérias, publicadas no site The Intercept e lidas no mundo inteiro, vêm mudando o olhar da imprensa estrangeira sobre o golpe de Estado disfarçado de impeachment. “De maneira pouco velada, os principais meios de comunicação incitaram o público a ajudar na derrubada da presidenta Dilma Rousseff. Os jornalistas desses grupos estão claramente sujeitos à influência de interesses privados e partidários, e esse permanente conflito de interesses prejudica fortemente a qualidade de suas reportagens”, diz. Comentando o fato, Glenn diz: “Imagino que isso deve ter causado muita vergonha no Estadão, Folha, Globo, Veja e IstoÉ”. | Leia a entrevista completa.

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