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Novidades

Novo livro de Vito Giannotti será lançado em agosto

Publicado em 11 de julho de 2014

Confira um trecho do livro e reserve já o seu exemplar na Livraria Antonio Gramsci.

“Há pessoas, mesmo na esquerda, que explicam o comportamento da mídia como “incompetente”. Mas, não há nenhuma incompetência nisso. No Jornal do Brasil de 10/10/2009, o jurista Dalmo Dallari escreveu um artigo com o título “Terras públicas invadidas” onde mostra que o pretenso dono da Cutrale não é dono legítimo, mas um simples invasor, ladrão de terras. Vejamos o que está bem claro no texto dele, mas que foi jogado lá no JB e lá num canto do jornal e lá esquecido:

“Relativamente à área, agora objeto de novo conflito, informou o INCRA que, além de outras áreas invadidas, ali se localiza uma grande área, denominada Grupo Colonial Monção, que o governo da União comprou em 1909 com o objetivo de promover a colonização, o que acabou não sendo feito, permanecendo as terras desocupadas até que foram invadidas por fazendeiros ricos “.” Leia mais.

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Você já conhece a LIVRARIA ANTONIO GRAMSCI?

Publicado em 11 de julho de 2014

Amigo militante, sindicalista, estudante, professor!
Não deixe de conhecer a Livraria Antonio Gramsci, UMA LIVRARIA MARXISTA no centro do Rio

Não deixe de conhecer a Livraria Antonio Gramsci! Estamos na Rua Alcindo Guanabara, 17, térreo, Cinelândia (ao lado do Teatro Dulcina, rua da Câmara dos Vereadores). Informações pelo telefone (21)2220-4623 e pelo e-mail livraria@piratininga.org.br.

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Golaço

Publicado em 11 de julho de 2014

Em 2010, a Seleção Argentina apoiou as Abuelas de la Plaza de Mayo ao Nobel da Paz.

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A história se repete. Outra vez, uma vez mais.

Publicado em 11 de julho de 2014

[Por Venício A. de Lima em 08/07/2014 na edição 806 de Observatório de Imprensa]

Há pouco mais de um mês (28/5/2014), a Folha de S.Paulo publicou reportagem com o título “Dilma diz ao PT que fará regulação da mídia” onde se lia:

Na segunda (26), a Executiva do PT decidiu incluir a regulação dos meios de comunicação no programa do partido para a campanha presidencial. “A democratização da sociedade brasileira exige que todas e todos possam exercer plenamente a mais ampla e irrestrita liberdade de expressão, o que passa pela regulação dos meios de comunicação –impedindo práticas monopolistas – sem que isso implique qualquer forma de censura, limitação ou controle de conteúdos”, afirma. A inclusão do tema no programa petista foi acertada com Dilma, desde que ficasse bem claro que não haveria nenhuma proposta de controle de conteúdo [íntegra aqui]. Continue lendo.

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Entrevista com Thaís Cavalcante, coordenadora do Jornal comunitário O CIDADÃO

Publicado em 11 de julho de 2014

[Por Camila Araújo] Os grandes veículos de comunicação, em sua maioria, não dão vez para a favela – seja omitindo fatos, distorcendo informações, relatando-as da maneira que lhes interessa. O discurso mais recorrente relacionado à favela é o da violência e do tráfico, além da supervalorização do crime. O morador de favela é visto como criminoso e ilegal. Há ainda as abordagens românticas da favela como um bom lugar de se viver, com o discurso fácil de que para ter ascensão social, é só querer, ignorando a complexidade do processo.

Por outro lado, a imprensa alternativa existe como opção de leitura, pelo conteúdo que oferece e pelo tipo de abordagem, não alinhados à grande mídia. Apesar disso, nem sempre atende às demandas dos grupos populares de uma comunidade, cada qual com suas especificidades e limitações.

Segundo estudos realizados sobre conceitos de comunicação popular, alternativa e comunitária, de Cicilia M. Krohling Peruzzo doutora em comunicação da Universidade de São Paulo (USP), o canal de expressão de uma comunidade é a comunicação comunitária. É por meio dela que os próprios indivíduos podem manifestar seus interesses comuns e suas necessidades mais urgentes. É um instrumento de prestação de serviços e formação do cidadão, sempre com a preocupação de estar em sintonia com os temas da realidade local.

Pensando nisso, Olhar Diferente buscou a experiência de um jornal comunitário em uma das maiores comunidades do Rio de Janeiro, o conjunto de favelas da Maré. O Cidadão é um projeto desenvolvido pela organização não governamental CEASM (Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré). O jornal foi fundado em 1999 e é feito por moradores com o fim de ampliar e consolidar o direito básico à comunicação. Segundo a ONG, o projeto tem como o objetivo principal a democratização do acesso a veículos de comunicação, possibilitando que moradores da Maré sejam atores no processo de produção de novos discursos sobre seu espaço de vida.

Thaís Cavalcante foi reconhecida pelo STJ como jornalista, a partir de suas experiências no jornal comunitário.

Uma das repórteres, Thaís Cavalcante foi reconhecida pelo STJ como jornalista, a partir de suas experiências no jornal comunitário. Vamos conhecer essa história.

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