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Novidades

20º Curso do NPC: comunicação, cultura e disputa de hegemonia são temas do primeiro dia

Publicado em 10 de dezembro de 2014

[Por Camila Araújo] Na quarta-feira (05/11), o primeiro dia do 20º curso de comunicação popular do NPC debateu o tema “Comunicação, cultura e disputa de hegemonia” na sociedade brasileira. Na abertura, Vito Giannotti, coordenador do NPC, iniciou a rodada de palestras com uma reflexão sobre as motivações do curso. Em 20 anos de existência do Núcleo Piratininga, ele analisa a comunicação como um grande instrumento que garante a hegemonia política, cultural e econômica à elite e ressalta a importância de se disputar por uma mídia voltada para a realidade e os interesses dos trabalhadores.
A mesa “Comunicação e cultura das classes populares”, que deu início ao curso, contou com os seguintes convidados: Ademar Bogo, escritor e dirigente do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST); Adelaide Gonçalves, professora de história da Universidade Federal do Ceará (UFCE); Anápuáka Muniz Tupinambá Hã-Hã-Hãe, fundador da Rede Cultura Digital Indígena; Adenilde Petrina, comunicadora popular e militante do Movimento Negro. Saiba como foi.

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“Estamos acostumados a construir a ideia pela colonização do nosso cérebro”, diz José Arbex Jr.

Publicado em 10 de dezembro de 2014

[Por Tatiana Lima] O jornalista José Arbex Jr. participou da mesa “A construção social das ideias”, realizada no dia 6 de novembro, segundo dia do 20º Curso do NPC. O escritor fez uma análise da cobertura jornalística dos maiores veículos de imprensa do Brasil, especialmente o das Organizações O Globo. “A forma cotidiana de combater essa avalanche de conteúdos de formação hegemônica é a constante reflexão e análise, pois estamos acostumados a construir a ideia pela colonização do nosso cérebro”, avaliou.

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Empresarial-militar, civil-militar ou somente militar? Três conceitos para definir o mesmo golpe

Publicado em 10 de dezembro de 2014

[Por Ívina Costa] A “cumplicidade da imprensa e dos empresários com a ditadura” foi um dos temas debatidos na quinta-feira (06.11), na 20ª edição do Curso Anual do NPC. A mesa foi composta por três doutores em História Social: Pedro Campos e Beatriz Kushnir e Aloysio Castelo de Carvalho.
Pedro Campos abriu o debate, destacando o apoio de empresários, sobretudo do ramo da construção civil, a ditadura. A apresentação foi baseada na tese de doutorado defendida por ele em 2012, na UFF: “A ditadura dos empreiteiros: as empresas nacionais de construção pesada, suas formas associativas e o Estado ditatorial brasileiro, de 1964-1985″. Segundo revelou a pesquisa feita pelo historiador, ao longo do regime, houve uma grande intervenção do Estado no setor de construção civil e também em sindicatos de trabalhares. Enquanto os empresários eram beneficiados e ampliavam suas formas de organização, os trabalhadores eram duramente explorados e reprimidos.

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Banda Larga, campanha contra coronelismo eletrônico e regulamentação da Constituição são caminhos para democratizar a mídia

Publicado em 10 de dezembro de 2014

[Por Tatiana Lima] Na sexta-feira, dia 7 de novembro, com a mesa “Impasses na Democratização da Comunicação no Brasil”, o 20º Curso Anual do NPC abordou a regulação da mídia. A mesa foi composta pelo cientista político Venício Lima (UNB), o professor Marcos Dantas (UFRJ) e a jornalista Bia Barbosa, do coletivo Intervozes. O professor e cientista político Venício Lima destacou que atualmente acredita que é necessário para a democratização das comunicações o cumprimento de quatro pontos mínimos: regulação da Constituição de 1988 existente há 25 anos; funcionamento dos Conselhos Estaduais de Comunicação que já existem; distribuição de verbas públicas de publicidade para veículos que dão voz àqueles que normalmente não têm espaço nos meios tradicionais; e o apoio à mídia pública.

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Rádio e TV dos trabalhadores: uma utopia a ser realizada

Publicado em 10 de dezembro de 2014

[Por Camila Araújo] Quando os trabalhadores vão ter uma mídia própria para divulgar suas ideias para o povo brasileiro? Essa parece ser uma questão praticamente impossível de acontecer no contexto atual, caracterizado pelo monopólio dos meios de comunicação. No penúltimo dia do curso anual, 7 de novembro, o tema “Rádio e TV dos trabalhadores: uma utopia a ser realizada” trouxe à tona as discussões sobre como buscar alternativas para conquistar esses espaços. Quem debateu o assunto foi Arthur William, jornalista multimídia do NPC, Laurindo Leal (Lalo), professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), Arley Medeiros, dirigente do sindicato dos Químicos Unificados e Valter Sanches, presidente da Rede Televisão dos Trabalhadores (TVT).

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