Autor: Luisa Vieira

A organização dos trabalhadores nas décadas de 1970 e 1980

O Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) lança, no mês de agosto, em São Paulo, o livro “da ORGANIZAÇÃO PELA BASE à institucionalização: Associações de Trabalhadores: o resgaste de uma experiência classista”, da socióloga Giuseppina de Grazia, com prefácio de Vito Giannotti e apresentação de Ricardo Antunes e Claudia Santiago. Além de recuperar momentos importantes da história geral das lutas dos trabalhadores no Brasil, o trabalho de Giuseppina joga luz sobre experiências de organização popular que ocorreram na cidade de São Paulo das décadas de 1970 e 1980. | Clique e saiba como garantir o seu!

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Comunicação Popular nas décadas de 1970 e 1980

“Boletim Ferramenta: a comunicação popular como instrumento da Pastoral Operária da Arquidiocese de Vitória na mobilização dos trabalhadores nas décadas de 70 e 80”, artigo de Elaine Dal Gobbo, acaba de ser publicado na Revista Brasileira de História da Mídia. Trata-se de uma pequena parte da dissertação de mestrado da autora. | Leia o artigo completo.

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Sindimetal-Rio lança revista sobre os 100 anos da entidade

O Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro (Sindimetal-Rio) lançou, neste mês de julho, uma nova edição da Revista Forja – especial sobre os 100 anos da entidade, comemorado no dia 1º de maio de 2017.

A revista faz um resgate histórico sobre os diversos momentos vividos pelo Sindicato, passando pela sua fundação, os primeiros presidentes, o golpe militar, a visita do cosmonauta soviético Yuri Gagarin, as greves marcantes de 1979 e 1988, o período FHC, a retomada da indústria naval a partir da eleição de Lula, as comemorações do centenário e as diversas homenagens recebidas. | Saiba mais e leia a revista!

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Do manual do ativista escaldado – Parte 4

[Por Reginaldo Moraes] Gutenberg inventou a imprensa em 1450… Ou melhor, a prensa. Em seu primeiro ano de produção entregou uns 200 exemplares da Bíblia. Antes dele, um monge levava um ano para entregar um exemplar – copiado à mão. Em 1500 já havia milhões e milhões de livros circulando pela Europa, graças à engenhoca do “Guto”. Assombroso, não é? Mas era só o começo.

Uns trezentos anos depois, veio o telégrafo. A palavra viajava mais rápido, gerava a imprensa de negócios, a especulação em tempo quase real. No começo do século XX, o rádio, mensagem transmitida, aí, sim, em tempo real, a léguas do emissor. E para a mensagem do rádio nem era preciso saber ler. Ouvir o noticiário do rádio – emitido em algum lugar distante – podia substituir o jornal impresso local. Apenas vinte anos depois do rádio surgiu a TV. São Mateus adaptado: olhos de ver, ouvidos de ouvir. Na terra da TV, entre os primeiros que entenderam o potencial da coisa estavam… os pastores. Jeová surfava nas ondas de rádio e na telinha. | Continue lendo.

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Manual de diversidade no jornalismo

[Por Énois/Observatório da Imprensa] A imprensa no Brasil nasceu das mãos de D. João VI para registrar o que acontecia na colônia e, desde então, continuou nas mãos de quem tinha mais poder aquisitivo. E isso rende problemas até hoje, como a falta de diversidade nas redações, no público-alvo, nos processos seletivos, na chefia, nas fontes procuradas e até mesmo na linguagem utilizada para falar de tudo isso.

Esse manual é um guia aberto e não definitivo para uma prática jornalística mais consciente. Ele foi criado de maneira colaborativa por um grupo de jornalistas do centro e das periferias num debate sobre como ocupar a imprensa tradicional com pautas mais diversas. Tudo isso para que as redações reflitam sobre a diversidade de pontos de vista que existem no nosso país. E, se o jornalismo quer falar sobre o mundo real, nada melhor do que colocar o mundo real para dentro da imprensa. | Acesse o manual completo aqui.

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