Autor: Luisa Vieira

Sexta (18/11), das 16h às 18h: Ideologia, representação e análise crítica da mídia

Os temas dessa mesa são, de certa forma, os assuntos que perpassam o 22º Curso Anual como um todo. Para esse momento, convidamos professores e pesquisadores que apresentarão uma visão teórica e prática de como a chamada “grande mídia” colabora com a perpetuação de uma certa ideologia por meio da repetição de certas representações. Os professores Pedrinho Guareschi, da UFRGS, e Kleber Mendonça, coordenador do Núcleo de Estudos em Violência e Comunicação da UFF, colaborarão conosco para as reflexões sobre esse assunto.

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Sábado (19/11), das 15h às 18h: Oficinas práticas

Para além da discussão teórica sobre comunicação, os cursos anuais do NPC também oferecem momentos de formação prática. Neste ano de 2016, eles ocorrerão no sábado à tarde. Neste dia, os participantes poderão participar de oficinas variadas sobre JORNAL IMPRESSO, com as jornalistas Najla Passos (Carta Maior) e Kátia Marko (Brasil de Fato, Outras Palavras e Jornalismo B); SEGURANÇA NA INTERNET, com o mestrando em ciência da computação Pedro Braga (SOLTEC/ UFRJ); REDAÇÃO, com as jornalistas Claudia Santiago e Sheila Jacob (ambas do NPC); ou USO DE APLICATIVOS, com o jornalista multimídia Arthur William (Unigranrio e NPC). As oficinas serão realizadas simultaneamente em salas que ainda serão divulgadas.

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Sexta (18/11), das 18h às 20h: A imprensa alternativa no Brasil

Nos estudos de comunicação, falamos muito sobre a imprensa alternativa no tempo da ditadura militar. Naquele período, surgiram veículos como “O Pasquim”, “Opinião”, “Movimento”, “Pif Paf”, “O Sol”, entre outros. E hoje? Como está a imprensa alternativa no Brasil? Para nos ajudar a pensar sobre isso, contaremos com a participação de duas jornalistas bastante ativas nessa área. Uma delas é a jornalista Elaine Tavares, coordenadora da comunicação do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) da UFSC , colaboradora na comunicação de entidades e movimentos sociais e diretora de programação da Rádio Comunitária Campeche. Também estará presente a jornalista Rita Freire, ativista da Rede Mulher e Mídia, integrante do Comitê Internacional do Fórum Mundial de Mídia Livre e do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial.

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Sábado (19/11), das 9h às 11h: Comunicação em tempos de internet 

Para essa mesa, convidamos três feras quando o assunto é internet: o jornalista multimídia Arthur William, professor e coordenador dos laboratórios de Comunicação Social na Unigranrio; o jornalista Gustavo Barreto, que atualmente está na ONU e há mais de dez anos dá aulas sobre comunicação popular, cultura digital, tecnologia da produção, comunicação e direitos, entre outros temas; e o jornalista Gustavo Gindre, integrante do Coletivo Intervozes e membro eleito do Comitê Gestor da Internet (CGI) por dois mandatos. Com eles, queremos refletir sobre as potencialidades,as possibilidades, os desafios e as limitações na conquista de corações e mentes por meio das redes sociais e das novas ferramentas de comunicação.

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Sábado (19/11), das 11h30 às 14h: Os trabalhadores e o direito à cidade 

Neste ano, estamos passando pelo período eleitoral para a escolha de prefeitos e vereadores de todo o Brasil. É o momento em que pensamos sobre os temas relacionados aos direitos dos trabalhadores à cidade: mobilidade urbana; políticas de habitação, saneamento, cultura e lazer; oferta de trabalho e em que condições; e outros assuntos. Nessa mesa, procuraremos refletir sobre esses aspectos, pensando se, e como, o direito à cidade é garantido à maioria de seus trabalhadores. Também procuraremos pensar sobre o papel da mídia, tanto a hegemônica quanto a alternativa, nesse debate. Para isso, estarão presentes o professor Márcio Castilho, da UFF; o delegado Orlando Zacconne, formado em jornalismo e direito; a jornalista Renata Souza, doutoranda em comunicação pela UFRJ e fundadora do jornal comunitário “O Cidadão”, da Maré, onde mora; e a jornalista Sabrina Duran, que desde 2006 trabalha com repórter independente, cobrindo as áreas de urbanismo, habitação popular e Direitos Humanos.

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