Autor: Luisa Vieira

Artistas gravam vídeo contra PEC 241. Assista!

Diversos artistas gravaram um vídeo se manifestando contra a PEC 241, que vai estabelecer um teto para os investimentos em saúde, educação e para o salário mínimo pelos próximos 20 anos. Na publicação aparecem o ator Wagner Moura, a cantora Beth Carvalho, entre outros.

O vídeo alerta para o possível retrocesso se a proposta for aprovada. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou a PEC no primeiro turno. Para entrar em vigor, ela ainda precisa passar por mais um turno na Câmara e dois no Senado. Assista!

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Cilene, presente!

Nesta semana, recebemos a triste notícia do falecimento da grande comunicadora popular Cilene Regina Vieira, do Portal Comunitário da Cidade de Deus e do jornal “A Notícia por quem Vive”. Em uma aula de nosso curso, fizemos uma visita à favela e fomos prontamente recebidos por ela, sempre disposta a colaborar e a batalhar pela comunicação dos trabalhadores. A equipe do NPC lamenta muito essa perda. Cilene fará muita falta!

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Documentário “Resistir é preciso” conta história da imprensa alternativa durante a ditadura

Estão disponíveis, na internet, os dez episódios do documentário “Resistir é preciso”, sobre a imprensa alternativa do tempo da ditadura militar. Narrada e apresentada pelo ator Othon Bastos, a série aborda alguns dos principais periódicos daquele tempo, como “Pasquim”, “PifPaf”, “Movimento” e “Opinião”. Além destes, também são apresentados outros títulos menos conhecidos, como jornais estudantis, comunitários, sindicais e regionais. Algumas grandes figuras da época dão seus depoimentos, como Raimundo Pereira, Juca Kfouri, Laerte, Bernardo Kucinski, Antonio Candido e outros. A série é imperdível para quem gosta do jornalismo e acredita no papel da imprensa alternativa no combate às opressões e ao autoritarismo. A série está disponível aqui.

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Livro “Ainda estou aqui”, de Marcelo Rubens Paiva  

Em seu mais recente livro, Marcelo Rubens Paiva passeia por suas lembranças e nos conta as histórias fascinantes de sua mãe, Eunice Paiva, que, no presente da narrativa, sofre de Alzheimer. Além de falar sobre sua relação com essa mulher encantadora, ele trata do desaparecimento do pai, o deputado Rubens Paiva, assassinado pela ditadura. “Meu pai, um dos homens mais simpáticos e carinhosos que [Antonio] Callado conheceu, morria por decreto, graças à Lei dos Desaparecidos, vinte e cinco anos depois de ter morrido por tortura”, narra. O livro é um retrato da vida da família de Rubens Paiva, mas não apenas. Também é um documento da história recente de nosso país, marcada pelos desaparecimentos de opositores ao regime de exceção daquele tempo e pela continuidade, nos dias de hoje, da prática de violações de direitos.

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