Segundo The Independent, homens ricos e brancos na política e na mídia alimentaram impeachment desde eleição
[Por Opera Mundi] Segundo artigo publicado no jornal britânico, o processo de impeachment de Dilma...
consulte Mais informação[Por Opera Mundi] Segundo artigo publicado no jornal britânico, o processo de impeachment de Dilma...
consulte Mais informação[Por Pedro Carrano/ Brasil de Fato] Tive a oportunidade de acompanhar, presencialmente, alguns episódios de queda de presidentes na América Latina. Eu estava na Bolívia quando o presidente Carlos Mesa, em 2005, foi derrubado pelo movimento indígena e pelos trabalhadores. A questão é que essa mudança esteve amparada na luta de amplas massas populares e expressou o avanço para um programa democrático, de ampliação de direitos e inclusão social, em um ciclo que se instalou em todo o continente. […] É justamente o contrário de situações que sucederam, anos mais tarde, em Honduras (2009), no Paraguai (2012), e agora no Brasil, onde o golpe é gestado no parlamento e no judiciário, ancorado em setores sociais específicos, com um programa que, na verdade, busca a restauração de cortes trabalhistas e ajustes como saída para a crise internacional. | Continue lendo.
consulte Mais informação“Pele preta nessa terra/É bandeira de guerra porque vi/Conceição, Dandara/Pra matar preconceito, eu renasci”. Confira, curta e compartilhe o clipe da música “Pra matar preconceito”, de Manu da Cuíca e Raul DiCaprio, nas vozes de Marina Iris e Nina Rosa. Assista aqui!
consulte Mais informaçãoNo fim do ano passado, o coletivo Não Me Kahlo iniciou uma campanha que teve grande repercussão na internet. Com depoimentos de mulheres denunciando comportamentos machistas de homens próximos, a hashtag #MeuAmigoSecreto rapidamente se espalhou e tomou conta das redes sociais. Para que a iniciativa não se limitasse a hashtag, as fundadoras do coletivo partiram dos depoimentos para eleger alguns temas e aprofundá-los em um livro recém-lançado. O livro se chama “#MeuAmigoSecreto – Feminismo além das redes” e entre os temas escolhidos estão: aborto, violência contra a mulher, feminismo negro e padronização estética. Vale conferir!
consulte Mais informaçãoHelder Barbalho é o novo ministro da Integração Nacional e dono de TVs no Pará, retransmissoras da Band. Sarney Filho, dono da TV Mirante, no Maranhão, afiliada da Globo, volta a ser ministro do Meio Ambiente. É também para retransmitir imagens globais que Henrique Eduardo Alves retorna à Esplanada dos Ministérios, agora na pasta do Turismo. Ricardo Barros, nomeado por Michel Temer como ministro da Saúde, possui a Rádio Jornal de Maringá, no Paraná.
Eles não são os únicos políticos a controlar rádios e TVs – prática contestada por dez entre dez especialistas em direito à comunicação e, mais recentemente, pelo Ministério Público Federal, que pretende cassar as concessões de congressistas. Outros três ministros do presidente interino têm rádios e TVs em nome de parentes. São eles: o eterno Romero Jucá, do Planejamento/ e os oligarcas Mendonça Filho, da Educação (e da Cultura), e Fernando Coelho, das Minas e Energia.
A proporção é inédita. Quase 1/3 dos 23 ministros de Temer – ao todo, sete – possui ou controla pelo menos uma rádio ou televisão. Quatro ministros declararam possuir rádios ou televisões. Ou ambos. Os dados são da Justiça Eleitoral. São eles: Ricardo Barros (PP), Sarney Filho (PV), Helder Barbalho (PMDB) e Henrique Eduardo Alves (PMDB). | Continue lendo.
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