Autor: Luisa Vieira

Em maio ocorre o 4º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais

Nos dias 16, 17 e 18 de maio, em São Paulo, são aguardados cerca de 500 pessoas de todo o país para participar do 4º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais. Na sexta-feira, 16 de maio, seis conferencistas internacionais discutirão mídia, poder e América Latina, seguido de um debate sobre a luta pela democratização da mídia no Brasil. No dia 17 as atividades iniciam com uma discussão sobre a juventude e a força das novas mídias e será seguido das desconferências, em que serão formados grupos de debates. Nesses grupos, o debate será iniciado por ativistas convidados e todos os participantes terão vez e voz para relatar suas experiências e participar dos debates. Após as desconferências, os grupos voltam a se reunir para discutir a mídia e as eleições de 2014 e, na sequência, haverá uma festa de confraternização. No domingo, 18 de maio, os debates serão sobre a Carta de São Paulo e ações do movimento. O evento será realizado no Hotel Braston (Rua Martins Fontes, 330 – Centro)| Continue lendo.

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Chegou “O Capital do século 21”. Os capitalistas gostaram

[Por Sérgio Domingues – 1º. 05. 2014] O livro está em primeiro lugar entre os mais vendidos da Amazon. Paul Krugman escreveu no New York Times que se trata da mais importante publicação do ano em economia e, talvez, da década. O Financial Times considerou seu autor um “economista rock-star”. A Casa Branca tem mantido conversas com ele.

Estamos falando de Thomas Piketty, economista francês e autor de “Capital in the Twenty-First Century” (O capital no século 21). A grande novidade da obra seria a revelação de que o capitalismo é uma máquina que só produz desigualdade. Conclusão baseada em “dados fiscais” coletados desde o século 18 em 20 países. Continue lendo.

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1º de Maio: a velha luta continua

Todos sabem que o 1º de maio é o dia da luta pelas 8 horas. Isto foi 130 anos atrás. Naquela época os traba­lhadores não tinham nenhum direito reconhecido. Com muita luta, muitas greves, protestos e manifestações aos poucos a classe trabalhadora arrancou os chamados direi­tos trabalhistas. Não foi mole, não. Precisou muita força e participação de milhares de trabalhadores. Só para lem­brar, no 1º de maio de 1919, no Rio de Janeiro (RJ), na Praça Mauá, 60 mil manifestantes se reuniram para exi­gir esses direitos. Foram 10% da população da época. Mas demorou muitos anos ainda até se conquistar algum “di­reito”. Só anos depois os trabalhadores começaram a con­quistar as “Leis Trabalhistas”. E hoje? Não há mais nada a fazer? Ao contrário. Os em­presários, os patrões querem voltar atrás. Querem reti­rar o que demorou 130 anos para ser conquistado. Como? Eles querem aumentar seus lucros ao extremo, por isso a exploração aumenta. | Por Vito Giannotti | Continue lendo.

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Por Colin Baker

Pequenas lutas preparam o caminho para movimentos maiores. Nelas os trabalhadores começam a medir a si próprios contra seus patrões e governantes com um pouco mais de confiança, em um processo molecular de mudança de consciência (…). Essa é a razão para que os socialistas prestem tanta atenção a pequenas greves e campanhas locais.

(marxista inglês, no texto “A Dinâmica dos Movimentos de Massa”)

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